ELE É GOSTOSÃO


Sabe de uma coisa? Vamos cuidar um pouquinho de fazer a nossa família feliz? que tal uma receita bem gostosa? Hummmmmmmmm...

olha a receita que eu peguei no PRATO FEITO ó:




BOLO Pé-DE-MOLEQUE


INGREDIENTES:3 xícaras de chá de castanha de caju torrada e triturada 2 1/2 xícaras de chá de água 2 xícaras de chá de leite de coco 1/2 xícara de chá de manteiga 1/2 colher de sopa de café solúvel 1/2 colher de sopa de canela em pó 1/2 colher de sopa de cravo triturado 1/2 colher de sopa de erva-doce triturada 1/2 colher de chá de sal 1kg de massa de mandioca úmida e peneirada 500g de rapadura escura em pedaços 4 ovos
MODO DE PREPARO:
Bata no liquidificador a rapadura com a água até dissolver. Leve ao fogo até ferver, desligue e acrescente a manteiga, a erva-doce, o cravo, a canela e o café. Misture bem, deixe esfriar e reserve. Bata os ovos e o sal até espumar. Com a batedeira desligada, coloque a massa de mandioca e misture com uma colher de pau. Com a batedeira ligada, junte aos poucos o leite de coco, até ficar homogêneo. Desligue a batedeira e acrescente a rapadura já fria. Misture bem. Volte à batedeira, em velocidade baixa, e acrescente a castanha triturada. Bata até obter uma mistura homogênea. Aqueça o forno em temperatura média. Unte a fôrma com manteiga e, se desejar, coloque um pouco de leite de coco nos lados da fôrma, sobre a manteiga. Ponha a massa. Leve ao forno médio, por 1 hora e 40 minutos ou até que, ao espetar um palito, ele saia quase limpo. Retire do forno e deixe esfriar. Desenforme sobre um prato e decore com as castanhas.
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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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