PARA NUNCA SE PENSAR EM SER MAIS DO QUE SE É!!!

Queridos,

Sejais livres
Sejais firmes
Sejais fortes

No dia do seu desejo
O ambicioso homem vos sorri
À noite ,em seu leito,
É quando ele alcança a sinceridade,
Por que para ele teme a pobreza e a morte...
Aos vossos olhos é um homem bom
Às vossas costas tem todos os gestos de um falso!
Para ele pensa o melhor
Para vós, um pouco faltando o encalço
Para que nunca se cortem os vossos nós
Sejais mancos, nunca totalmente providos
Sempre pedintes, esperanços
Do socorro desse que é
Só um pouco de "amigo"

Queridos,

As salas estão cheias
Vós tão inspirados
Em decência de postura
O irmão vos fala
E vós, adoecidos por
uma pose de importância
Usados ao excesso ,para disso terdes plena conta,
De que se trata de afeto!
Quantas vezes às costas dos vossos irmãos
Tendes se deleitado
Com a saga da ambição
De fazê-los testados
Mal falados
Enganados...Julgados
Vos é permitido pegar defeitos, amigos
Mas não é bom que se distancieis muito
A espada tem dois gumes
E aqueles que, por costumes,
Malvados e adquiridos,
No mesmo lugar do nunca,
Retornarão para
como esqueccidos rosnar!
Hoje vós estais abraçados,
E bem vindos,
Poucos dias depois
O homem importante não está
Viajou ou manda dizer que está cansado
Repousando, está dormindo,
Não quer ser incomodado.


Hoje todas as canções se entoam
As mãos são erguidas e unidas
Amanhã um ,talvez um aceno frio,
Passará perto dos vossos olhos
E, quando a apatia aflorar,
Uma mão levará
O telefone ao ouvido,
Outra mão presa ao volante,
Cabeça para o outro lado,
O cabra tão desconfiado
Avexado,avexado
O carro limpo, sem emblema,
O bolso farto, sem "probrema",
Só em outra estação de urnas
A vós oferecerá espaço na sala
fala
abraços
E dele sairá sorriso
É tempo de novas fomes
Usara o oi ,pegadinho e meloso,
Bem pertinho aos vossos nomes

Amigos,

Sabe o que eu posso dizer para vocês?
Que de amigos não tendes porra nenhuma!
Mas de otários tendes até certa obesidade...
De tanto que comeis o manjar das mentiras
E de tanto que vós insistis mentir ser cidadãos!!!

Trabalheis com a mente vagabundas!!!
Ainda dá para se fazer pão com dignidade!
O homem que adoram não pode vos falar isto
Mas eu posso!!!
Ledes como eu posso:
Quem tem filho barbado é gato
E quem encontra besta,compra cavalo!
E é isso que ele sabe sobre vós...
E eu já tenho um olho nesta terra de cegos!
Falaram mal de quem!?
Depois olheis na esquina...
Quem está esperando por algo?
Quem está com o rabinho entre as pernas
E com a cara mal dormida de gato?
Nesta terra de cego
O menos burro
Se não tiver opinião própria
Coragem, trabalho, vergonha
Poder de dizer quem é
Com quem vota
Por que vota
Por duelar com as mentiras
Por não comungar com os erros
Por fazer pleno uso da democracia
Não anda pousando de íntimo
Amanhecendo o dia
Na cola de seu fulano.
Falando de um ou outro pequeno.
Só pelo prazer ameno
De se mostrar fiel.
O menos burro aqui,
Desses que julgais pequeno,
Vai antes ao bolso
Vai depois à urna
Não tem frescura
Não é careca da consciência
Não tem fricote cabeluda de pose
É corrupto, vende voto
A preço de até 2012!
Mas deixa as esquinas livres
Para quem trabalha passar!!!
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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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