QUANTO MAIS NASSIF MEXE,MAIS A SUA SEGREGAÇÃO SUBJETIVA APARECE

Veja parte do comentário do Nassif sobre o livro que ele tenta tirar do inferno:
Em síntese: a autora não está fazendo nenhuma apologia do erro, está mostrando o que qualquer linguista sabe: a diferença entre a linguagem escrita e a falada. E fez ( com uma equipe) um livro muito interessante para os alunos do EJA ( Educação de Jovens e Adultos). É' bom que as pessoas se informem também sobre o que é o EJA: cursos para o pessoal que entra tardia (e constrangidamente) em contato com a cultura formal.


Fui aluna EJA e sei muito bem o que é o EJA, além disso não me senti constrangida por voltar às aulas depois de ter parado de estudar por mais de 18 anos. Eu fiquei feliz por ter voltado às aulas, por que estava recebendo uma oportunidade. Aprendi muita coisa boa no EJA, inclusive aprendi que o verbo e o sujeito são de uma amizade super fiel e assim aprontam excelentes concordâncias.  Quem faz apologia  não a faz a algo, mas faz apologia de algo.  A frase do Nassif " a autora não está fazendo nenhuma apologia do erro é de ótima concordância , mas a sua colocação quanto ao constrangimento dos alunos do EJA é um preconceitozinho muito  soberbo pois,  para o bem da verdade é bom que se diga que um aluno EJA tem  condições de ser um aluno de sucesso, por que a cultura formal não é tão tardia para ele, uma vez que a cultura formal não está apenas na escola. Temos a cultura formal nos famosos AIEs, Aparelhos ideológicos do estado- ver a  Teoria de Althusser- e claro que o padre é bom de português, os partidos políticos são ótimos em seus discursos, os sindicatos estão repletos de sindicalistas bem preparados  para a pregação da união que faz a força .
Quem neste mundo brasileiro não sabe que a ideologia de A ou B é que chega em forma de livro, camiseta, propaganda, jargão, conversinha de palestrantes,  plim plim ,slogans, outdoor , chamada do comercial e outros afins, faça parte do público  que vê a coisa completamente do  jeito que estado mais ama, pois o estado ama o manso e caladinho que  habita no mundo das sombras ( O Mito da Caverna). Afinal, na caverna existe um torpor suave, que oferece a paz para as  pessoas que não sentem muitas dores, por que não sabem de tantas verdades. O estado quer um indivíduo formatado para ele, mas não morre de amores por um indivíduo que, com muito conhecimento e senso crítico , o desafie  .
Melhor que um livrinho desses? Coloquem filósofos em salas de aulas, senhores.Eu falei Filósofos, não falei leitores de alguns trechos filosóficos.
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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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