O SINCERO PARECER DE UMA SIMPLES SERVIDORA

  A situação em Sertãozinho anda  melindrosa. Além dos professores estarem com o pé no bucho das reinvindicações,  a galera da saúde está esgarçada pelas protelações de alguns dos nossos direitos. Que os anjos do céu digam amém para três vozes que se reuniram ontem em uníssono: "Vai passar...Esse clima vai passar.Tudo vai ser resolvido"
  Estamos vivendo um clima de nuvem no céu dos  vários aspectos das classes, mas a intenção é de diálogo e de se manter a responsabilidade no trabalho.  O momento para amadurecermos a palavra emancipação é promissor, principalmente, por que do meio para o fim de um mandato o gestor precisa resolver  impasses que não sejam resquicios negativos  para a administração futura e nem bombas para os cofres públicos, porém deve ter também a temperança remetida para o campo dos direitos do servidor.
Particularmente, não trabalho muito bem a animosidade da continuação dessa protelação dos nossos direitos, e  admito que hoje separo muito bem a amizade permissiva, que é flexível e paciente, de todos os pinos da legalidade, pois estes pinos reforçam  os princípios que mantém a ordem no serviço público, e claro que sabemos que todo serviço público. alinhado pelos princípios. há que se montar pelas pernas dos parâmetros, para se manter de pé. É aquele tal do "assim é como se faz, mas até onde e como se pode fazer". Diferente dos máximos detalhes da amizade e da paciência, a  lei  diz " Quando e como se  deve fazer" daí ficam mais fortes os princípios e surgem as elasticidades somente dos parâmetros, pois estes últimos  são os que podem levar ao banco dos acordos muitos pares de  pernas   cansadas. A idéia do meu simples  parecer é  ressaltar que nem todas as pernas cedem ao cansaço.Daí os acordos se dificultam ou as integralidades são mais rebuscadas.
A harmonia que aconteceu entre os servidores da saúde, durante este tempo da  gestão do atual prefeito não pode ser considerada golpe de sorte, coisa caida do céu, mas ORGANIZAÇÃO e  DIÁLOGO ,por  isso não podemos ser  uma equipe que  desmoronará de uma hora para outra, só por causa de uma nuvem. Até aqui trabalhamos com responsabilidade, assumindo uma frente atuante no tocante às noções do que nos propomos ser como responsáveis  por nossas escolhas. Muitos de nós atravessamos o rol das supressões por vários anos, por isto o discurso daquilo que era maleável não cabe como fim da herança do bom senso, pois  não estávamos trocando vantagens por uma cadeira na assembléia do ócio, mas perdoando as  falhas por calcularmos  a multiplicação de acordo com o quociente da  flexiubilidade. O resto estava sempre nos nossos planos, anunciados aqui e ali, a longo prazo. E agora dá nisso?! Não pode!  Precisamos resolver.
Ao cobrar 100% das obrigações dos funcionários, a prefeitura passa a ter que  se pronunciar com os 100% das suas  responsabilidades, abrindo assim o leque das reações e atitudes coletivas e/ou individuais por parte dos funcionários que t:êm como pilares a CF, CLT, Lei Orgânica do Municipío, o PCCS, e seus respectivos conselhos. 
A nuvem tem mostrado que a saara está especulando o joio e o trigo, mas creio que as conversas transversais e a fuga ao tema do tempo e do direito sempre foram a desgraça da colheita entre administração e servidores, em todas as esferas governamentais. A praga na folha de pagamento de qualquer administração pública jamais será o corpo de servidores, mas os parasitas alavancados pela grilagem partidária e suas coligações, pois são estes que só estão onde as suas vantagens estão super mencionadas, provaocma inchaço, desmontam fatias de verbas e em nada cooperam com competência e desempenho.Nós, funcionários legitimos, só queremos o valor do  suor pela condição do respeito que é batizado pela  dignidade: nada mais que isso.
Por falar em emancipação, quero dizer que cada um tem os seus problemas e que  mesmo sendo profissionais de uma secretaria é importante atualizarmos os contextos da individualidade que tenho absoluta certeza não devem ser mal interpretados pelos que hoje trabalham juntos e que nas suas diferenças desassociarão o todo do eu. Trocando em miúdos?  Cada um com seu caso pode muito bem ser ouvido e resolver seus problemas, porém os horários de um ou outro profissional não poderão agir sobre o do outro, mas as penalidades ou as flexibilidade deverão compor o quadro da igualdade...Caso contrário, vai ser difícil empurrar essa nuvem, e não pasmem: temperamentos distintos surgirão e  podem sim, fazer uma tremenda diferença na qualidade do serviço ,o que eu não concordo, pois a luta pode ser individual  mas  a qualidade não pode ser desabastecida por sentimentalismos e pirraçarias, porém sabemos que esta é a realidade  do mundo humano, e ou partimos para reencontrarmos o sol ou essa nuvem só vai acarretar mais problemas.
A solução é dar a César o que é de César, não existe outra solução, por que contaram para César A história da vaquinha

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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

2 comentários:

  1. Vá trabalhar em Duas Estradas!! Pra tu ver o que é nuvem no céu sem estrelas, a meia noite e com eclipese total da Lua.

    Me escondo no anômimato ,mas tu sabem que é.
    kkkkkkkk

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  2. Continue com a idéia de trocar Duas Estradas por Sertãozinho, ainda acho que é um excelente negócio pra você. Para mim não cabe a comparação, sempre soube que Sertãozinho foi melhor, mas não deixo de insistir que se torne ainda melhor e que mexa muito com as expectativas negativas de muita gente que não gostaria que a saúde ganhasse bem em Sertãozinho.

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