MARCELINHO DO PT ESTA NÃO É SÓ PARA VOCÊ


  Marcelo,
  Você merece uma resposta enorme!
 Coloquei moderador no blog, "forçadamente", por que andaram aqui postando xingamentos direcionados a uma pessoa que eu conheço muito bem e sei que não merecia tanta agressão. Além disso, ela não teria como se defender de tamanha nojeira, pois postavam como anônimos, e também o blog não é lugar dessas coisas. Eu postei esclarecimentos aos leitores sobre o motivo da moderação, e você pode conferir esta explicação no blog. Infelizmente, esqueci-me de editar o meu perfil, feito quando iniciei o blog, onde falei sobre tal moderação ser aberta, mas você fez bem por me criticar a este respeito, vou editar.
Bem, aos meus lindos 42 anos (idade que não nego) e com mais ou menos uns 7 a 8 fios de cabelos brancos e já uns pezinhos de galinha no cantinho dos olhos, não me sinto velha para nada, mas experiente em muitas coisas e aprendiz de outras tantas. O que vejo por democracia é diferente demais das restritas falácias sobre a visão nuclear das citações descumpridas. Democracia vai além das solturas sobre as múltiplas crenças, vai ao respeito para com elas. Em matéria de crença ,você é descrente e fala mal sobre o livro da nossa crença, não peça o meu silêncio! Democracia vai além  dos favores alienados, avariados... e das condutas consignadas ,interpessoais, favorecedoras entre os "camaradas" que se permitem, por suas concomitâncias, aceitar suas "diferenças" só e, somente só, por terem suas melhoras garantidas pela união dos seus modelos sujos . O que seria muito mesmo pedir, não peça à minha velhice, mas à sua mórbida  juventude que já vai decaindo no horizonte da maturidade que Piaget diz  quer chegar, mas você é incapaz de desforrar o berço.  Você é que não consegue, de frente para o espelho da sua consciência, desmanchar a sua máscara, de jovem cidadão exemplar, Marcelo.  Hoje você engole todos os podres bem caladinho, por que tem comido muito bem com o preço do seu silêncio, com as moedas da podridão. Por isto é que como  caladinho beneficiado, você vem fingindo que não sabe nada sobre a corrupção nacional e  a local. Você pousa de ridículo como vendedor do falso marketing da moral e da legalidade, e sem argumentos dinâmicos, de uma linhagem política que você precisa ter para tentar exibir uma moralzinha, busca chamar  atenção atacando pessoas em suas opiniões  e agora em suas crenças. Por falta de uma melancia no pescoço, aliás, com preguiça de carregar o peso desta fruta, resolve insultar a Biblia. Esta descrença  é um direito seu, mas não é a  sua palavra de crescimento, e você bem sabe disso,por que faz anos que você procura a palavra chave , exata, que consiga  traduzir você a você mesmo, e no mínimo o mantenha infiltrado na coluna dos fortes, com possibilidades que lhe assegurem um alpendre público,  mas jamais popular.
Tão pouco estes seus ataques à Biblia são a sua vontade de opinar.São  sim , a sua necessidade de estar no meio: ouvido, lido, comentado, falando algo menos “Marcelinho” possível, pois para você até o ódio a alguém se transforma em conduto para a sua pessoa ser vista. Mero engano, caro ,  Marcelo...Mero engano.Quanto mais você odeia, menos você cresce e  o outro continua amado pelos dele! E ,se  você pensa que postei o seu comentário do facebook por cair nas artimanhas da sua carência de atenção, está enganado. Eu postei para mostrar ao povo de Belém o tipinho que você é, e que, provavelmente, seria dentro da Câmara Municipal. Isto eu o fiz antes que alguém mais inteligente que você, nas pré edições políticas, consiguisse  fazer você esconder o  seu jeito antipático, arrogante e agressivo, de irônico mal distribuído, para obter  êxitos sobre a inocência do  povo,  em seus futuros  empreendimentos não vocacionais.
Sou tão democrática que, andando entre o povo, aprendi que viver à sombra de quem quer que seja, até mesmo dos padres, não é lá muito a tradução da igualdade,  nem é algo garantido, e aviso isto a qualquer cristão. Queridos, suar o rosto e comer o pão do próprio trabalho é sim DIGNIDADE, e isto está na Bíblia, sabe? A Bíblia não mente.
Permita-me quebrar a modéstia, e pela primeira vez na minha vida usar o meu próprio  blog para falar muito da vida que já vivi, coisa que não gosto muito de fazer, pois não quero ser traduzida como a contadora de “coitadismo”. Antes quero ser, assumidamente, forte perante os homens e ajoelhada perante Deus. Hoje é indispensável  escrever sobre  parte da minha vida. Pois preciso lhe mostrar, Marcelo, e garantir aos meus iguais o porquê eu tenho como  ser a  dona da minha verdade:
Bem mais jovem que a sua idade atual, aos meus 15 anos, eu sai da barra da saia da minha mãe e cheguei nesta  terra Belém. Passei um ano tentando ter uma vida legal aqui, onde tudo era diferente do meu lugar,  mas o pior não foi perder o feijão preto e  o arroz refogado da minha mãe. Foi sentir que amiguinhos da minha idade odiavam o meu sotaque.  Ler um texto que a professora Neusa entregou-me, no colégio estadual,  foi a minha pior experiência. A professora mostrava-se amável, mas toda a turma  zombava do meu plural mais   escoado pelo S demorado. Eu não era a boa companhia para a filha de algumas pessoas santíssimas, mas sem trindade, por que eu usava shorts curtinhos, e mais tarde fui atacada pela língua de  muita gente só por que eu sabia empunhar um taco de sinuca e encaçapar umas bolas de bilhar. Aqui era difícil ser jovem...
Hoje, neste sentido de ser jovem em Belém, está tudo tão melhor... Graças a Deus que permitiu que os jovens daqui vencessem muitas velhices ignorantes. Imagine você quando pulei da língua "carioca", dos shorts e da sinuca  para a exibida barriga de mãe solteira. Eu tive que perder a liberdade, passei a guardar a minha gravidez em casa, por que se saísse ouvia piadas das mais insuportáveis. Fazer o pré- natal debaixo daqueles alvoroços de falação? Minha família não queria( a ignorância também vivia sob o mesmo teto que eu)...Eu tinha que viver em casa “ por que foi isso o que eu procurei” Só fui ao pré-Natal  depois que Amelinha, á época visitadora da Fundação, veio buscar-me mais de 3 vezes, já beirando os 7 meses...Eu já entendia de Biologia, o que eu não entendia era por que eu não tinha o direito de ser gente comum e livre.  Eu não entendia por que pessoas que tinham estudo e se diziam ter  classe mandavam me chamar em suas casas e me diziam barbaridades sobre esta barriga. Nossa! Não era mais nem para ter amigas no colégio ...O que eu iria fazer lá? Ainda bem que hoje sei de filhas ilustres da época que andam por aí, velhas, burras e muito dependentes de um ou outro meio político ou de um marido que leva mais chifre às suas cabeças que honra aos seus nomes. Tive que sair do colégio, por que não suportava a solidão opressora, humilhada por ver  pessoas se afastando de mim...E guardei tudo isto, sem falar para ninguém que pudesse resolver. Disse em casa apenas que não queria mais estudar por causa da barriga ( muitos da rua e da família adoraram essa idéia). Mentira ! Eu sempre amei estudar. Mas nunca gostei de protecionismo. Não sei bem, acho que nascemos LIVRES quando  queremos ser assim, se diferente disso nascemos manhosos para todas as dependências .  Aos meus 16 anos fui buscar emprego, passei  em uma seleção (provas prestadas) e tudo mais. Aqui mesmo, nesta terra chamada Belém. Na mesma época em que Machadinho e Francisca de Gambeu também se tornaram professores. Sim, Francisca, depois é que ela não quis mais ser professora e Vanda assumiu. Eu não poderia assumir por causa da minha idade, mas sabe que o tal do Tarcísio Marcelo (dói, mas este nome existe e, mesmo que você tenha os seus desafetos, eu tenho que escrever o que  você não gostaria de ler) admirou muito a minha “fraude" por ter ido fazer a prova caladinha, escondida das minhas tias, e quando ele soube do meu resultado (Primeiro LUGAR. Não posso manter isto sob os verbos mudos da modéstia, pois foi esta a colocação  que me deu emprego ), permitiu que eu trabalhasse. Fui professora do Francisca Leite Braga, com apenas 16 anos, e fui por mérito, diferente de ser por favores de um marido como você, antes bocudo, e hoje babão favorecido... Se recebi a honra, eu a recebi de alguém que acreditou mais na minha competência que na minha juventude. Verdade. Era muito jovem, sentia muita saudade dos meus pais. Voltei ao Rio, minha terra natal. Trabalhei como recepcionista em um  supermercado, vendedora em lojas de roupas,vendedora em lojas de utilidades , promotora de vendas do arroz Tio João e balconista de uma sorveteria, camelô na central do Brasil. Dividi horas de cansaço nos trens lotados do Rio de Janeiro, com outras pessoas que também vinham do batente, mas sempre estive muito bem acompanhada por bons livros. Estudava à noite e não perdia tempo, lia  no trem.
Todos os meus empregos foram resultados que saíram da base da minha caneta e do muito que aprendi vivendo a vida como ela é. Foi no moído da matemática, dos textos, do psicotécnico e das entrevistas que alcancei os meus lugares.
 Voltei para Belém. Andei muitas feiras sob sol e chuva, vendendo tecidos para as minhas tias, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, algumas vezes até nas distantes usinas. Trabalhei como Agente Comunitário de Saúde ( também por mérito, com provas prestadas na administração Edimilson Rocha) Depois voltei ao Rio, e desta vez fui cobradora de ônibus  da Viação União. Lembro que a última etapa para entrar na União era encarar a entrevista com o Senhor Ricardo, o proprietário... A fila começou com mais de 200 pessoas que foram sumindo nos três dias de progressivo interesse dos candidatos que enfrentaram  provas de matemática, entrevista com a psicóloga, entrevista com Senhor Marcos ( gerente geral), exames médicos  e...sobraram 10 pessoas para ir à sala do dono da União,pois era de lá, depois de toda essa maratona, que saia o SIM para o emprego das quais 6 pessoas foram escolhidas pelo Senhor Ricardo...Que escolheu-me diretamente para o trabalho, depois que  ele me perguntou " Por que você quer ser cobradora de ônibus"? E eu disse: “Eu nunca quis destino tão ruim. É um trabalho perigoso, mas tenho dois filhos esperando pelo melhor  que eu possa fazer” Ele perguntou quanto eu tinha no bolso. Respondi que tinha  R$ 5,00. Ele disse: “-Troque este dinheiro em moedas. Você começa amanhã.”
 As outras 5 pessoas ainda foram ser testadas por uma semana , correndo linha( aprendendo no ônibus, com um cobrador antigo) Profissãozinha para quem tem coragem de trabalhar, viu? Tem que acordar de madrugada, e voltar muito tarde para casa. Foi um tempo bom, eu ganhava muito bem. Imagine você que em 1999 eu ganhava quase R$400,00 ...Quase o salário mínimo atual, né? Mas a saudade dos meninos era muito maior que isso, e eu queria estar com eles aqui,no lugar deles, onde existe um mundo menos violento. Deixei a União pedi as contas, mas com uma situação  inédita: ganhei minha passagem, todo o FGTS e  a palavra  do senhor Ricardo para que eu voltasse quando quisesse ou precisasse. A Viação União tem uma política exigente de confiança: Não readmite cobradores, nem admite cobradores  de outras empresas. Não curte os “experientes”.
Voltei a Belém, enfiei a cara nas feiras novamente... Mas já não era mais um bom tempo no RN  e as feiras eram um desastre, as pessoas estavam com uma vida melhor, o comércio interiorano já despontava algumas lojas legais  e  o público já comprava roupas de grife. Quebrei o saco das feiras. Precisei trabalhar como doméstica, sem me importar muito com os olhares das pessoas. O que eu  queria era pão para os meus filhos, e pão sem ser  pedido!
Depois... Tive esta sorte linda de , por ter sido ACS, ser chamada pelo PROFAE para cursar uma profissão. Ideia maravilhosa do José Serra quando foi o  ministro da saúde: PROFISSIONALIZAR os que já tinham certa noção, mas não tinham técnica. Com este curso fui aprovada em quatro concursos da Saúde (três primeiríssimos lugares) e um 6º (fique bege, na verdade eu fiz o quinto lugar, mas tiraram uns décimos meus... Era o concurso de Belém, este que o prefeito nunca quis que fosse justo por que ele tinha que ter vagas não para pessoas que comprovaram capacidade, mas para pessoas  como você,seus amigos ,e seus familiares, né?) Como você ousa pensar que eu não sei interpretar textos, se você nem ninguém precisou  estar na porta dos meus empregos,fazendo as minhas provas, encarando a dificuldade comigo ou dando uma maõzinha de influência? Você por acaso tem alguma influência no mundo dos competentes morais onde consiga algo pelo menos para você?  
  “Sei interpretar o que leio, e sei tanto que emborco a sua subjetividade, rasgo  as tripas do seu fingimento e   esclareço o seu mundo avesso de “ cidadão exemplar”. Tanto sei interpretar o que leio que acorrento ao seu elogio, este que diz que  democrático é  o padre Luiz Couto,  a clara vidência que só  escrevendo assim  sobre  ele é que você paga  o preço da  boa vida que ao lado dele você conseguiu, a vida que você escolheu bem jovem e que lhe transformou num mero preguiçoso falador,  a vida de bajulador . Um bajulador que por ser acobertado por favores, tem muito que babar a quem você ainda não pode chutar, trair e esquecer... Antes era sob a sombra de outra batina que as suas mãos não iam aos calos, aquela batina dos tempos em que o seu cofre amigo era o Padre Adelino, tempo em que esse era o seu amigo elogiado, hoje não mais falado...Já traído (?)

  Estarei postando o seu comentário e qualquer comentário que chegue aqui, desde que não tenha aqueles palavrões absurdos com os quais falaram mal de uma vizinha minha, ( postaram em plena madrugada), e que ainda bem eu vi a tempo e resolvi que não seria bom mesmo deixar o blog sem moderação, por que, certamente, quem não tem o que fazer, poderia repetir a baixaria.
Para Junior Miranda deixo apenas  a minha suprimida verba adjetivada: Você é repetitivo, faz a segunda voz,  e está  pousando sempre de caçamba emparelhada. Que pena...Caçamba  de uma corda roída!
Deixo para o meu leitor uma certeza: Em todos os lugares que os homens pensaram que eu estava sozinha, eu estive muito bem acompanhada por Deus, por isto tenho dito:” Se eu esperasse mais dos homens que de Deus , provavelmente, eu estaria no lixo do desemprego.,ou  agradecendo ao Lula  por uma tal "Bolsa FOMINHA" enquanto o resto do PT, amiguinho e camarada, mesmo sem estudo e sem gostar muito de ler, é que se dá muito bem .
Deus me chamou para os lugares que Ele escolheu para mim. Ao Senhor toda a honra, toda glória e todo o meu louvor!
Esta pouca parte da minha história de vida não é somente para você, Marcelo. Ela é parte da herança que  eu quero  deixar para os meus filhos. Para que eles trilhem o caminho  da verdade, da coragem , do trabalho,da verdadeira democracia que é buscar o pão  no meio dos iguais, sem proteção. Esta pequena parte  da minha  história jamais será  para as minhas intenções de luta, por que  falei sobre antigos desafios que eu já venci, e só venci todos eles por que tenho certeza que  Deus sempre esteve  comigo. O futuro a Deus pertence, é isto que o povo fala? Eis isto na Biblia:
...Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam I Corintios 2:9
Não sou uma grande mulher para pessoas como você, Marcelo, por isto não perca o seu tempo em tentar me admirar. A verdade é que eu tenho um ENORME DEUS e a admiração de alguns grandes amigos.  Comando a minha propriedade de verdade, porque , ao contrário de você e de muita gente que finge trabalhar, eu sei como derramar o meu  suor!

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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

3 comentários:

  1. Garota, essa foi sua melhor postagem, ele é tudo isso que você falou e muito mais não tem prestígio nenhum dentro de Belém, só sabe ser babão e bocão.Você é demais, tirou dez não, tirou mil.valeu

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  2. Amarrei o diabo?
    Desde hoje que Marcelinho envia comentários de uma linha.Ele está tão agoniado,sem ter muito como se defender.
    Não é ditadura,como ele vai dizer, mas estou sentindo um prazer imensurável de não liberar os comentários do Marcelo.Sinto o gosto de tê-lo ciscando como uma galinha nanica, lá no fundo do quintal do blog.Ah, ele não vai fazer cócócó aqui hoje não.Cismei...Vou deixar ele preso um tiquinho, chocando esses "ovinhos" sem núcleo!

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  3. Deixa mesmo.Faz medo o bichinho não infartar de tanta raiva guardada,oh amiguinho vai buscar consolo nos bracinhos de Luis Couto vai,bebezinho

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