MANDATOS AMIGÁVEIS DE ANTÔNIO RIBEIRO E GERALDO VIEIRA CHEGAM AO FIM: PREFEITO DE UM LADO E VICE,POR ENQUANTO, SEM LADO


A coisa não foi surpresa para quem vive no arcabouço do mundo político em Sertãozinho, mas de qualquer forma, hoje o calçamento das ruas principais da cidade tinha cheiro de pólvora, por que para o povo inocente, que acreditava que tudo não passava de boatos e meras especulações, a bomba estourou ontem: Antônio Ribeiro dispensa a participação ativa da família Vieira na presidência do PMDB, levando assim Geraldo à realidade que todos os políticos já estavam cientes: ele não será o candidato a prefeito nas eleições 2012 apresentado pelo PMDB.
O que acontece agora para o destino do município? Se analisarmos pela escolha do prefeito, é bem lógico que Antônio mandou  Geraldo sentar no banco, possivelmente no banco da praça, e convocou  Rony Vieira para o aquecimento, posto que Márcia garante que não concorrerá como candidata do PMDB, e levando em conta que Antônio praticou discursos  xenofóbicos  contra o seu oponente na eleição passada, mantendo-se firme no combate às pessoas de fora como candidatas  a  chefes do executivo, fica difícil mudar o discurso...Por outro lado, Márcia tem "muita doçura", mas pouco mel. O que significa que ela tem a  boa causa da saúde, mas o  pouco dinheiro para a campanha e uma experiência inóspita para a transposição das somas, uma vez que não tem carreira política. A realidade  agora é que o PMDB  tem um candidato forte para prefeito, e mesmo assim emprestado pelo PR. Além disso, o bloco do prefeito vai precisar negociar o nome de um bom vice, pois as vozes já regurgitam nas ruas que a dupla da situação terá que encarar Geraldo e Patrício.
O que viveremos? Geraldo estará mesmo disposto a encarar a guerra? Com apoio de quem? Formará a terceira força ou poderá articular a oposição e Vando? É, por que temos que levar em conta que Vando é da oposição, mas tem a sua natureza de homem livre e com opiniões fortes. Márcia fala a verdade? Ela realmente não é candidata? Rony Vieira teria a coragem de desmontar o seu sonho e o seu projeto para  se ataviar como  VICE à candidatura de Márcia? Ele, como homem público experiente, teria a coragem de arriscar ter uma vice sem trajetória política? Será mesmo que Rony correria este risco tendo Geraldo de fora fazendo o apanhado com alguma parte da oposição e outros que podem formar partidos?
Qualquer perda do PMDB agora é sem dúvida alguma muito sensível para o destino de todos os grupos. É o que as ruas falam.  Como já dizia Rui Barbosa, as vozes roucas da rua sabem muito.
Que cada um tenha bom senso, e que os melhores tenham bons conselheiros, humildade para ouvi-los e nenhuma ingratidão a cometer. A bomba não estourou ainda, agora é que estão montando o pavio... O PMDB de Sertãozinho, com a saída de Geraldo Vieira,   hoje é dependente total do nome Rony Vieira, mas se querem duvidar, abram a mala e soltem o macho que o desmantelo estará feitinho, feitinho.
Vou devolver a pergunta que recebi em Guabiraba:
- Foi surpresa para você? Por que para mim não foi. Geraldo já estava fora do baralho há muito tempo... Só ele não queria acreditar. Isto também significa dizer que nada que venha das decisões temperamentais de Antônio pode soar como surpresa...Alguém duvida que ele tenha a coragem de mandar Rony para o bancão da oposição e lançar Márcia? Era esse o boato de hoje: Geraldo mandado embora pra que Rony fique iludido até que o seu grupo seja avaliado para o FICA e deixa Rony ir sozinho...Mas será mesmo que Rony é tão menininho assim? E será mesmo que o grupo de Rony seria capaz de abandoná-lo? É o que eu duvido!
Bola prá frente, galera...O pavio está sendo engraxado com parafina.
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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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