ÀS QUATRO MÃOS



 Se todos os rostos
 Fossem para sempre
Escondidos pela escuridão
Eu amaria o estranho
Que não te tirasse  de mim
Pela imagem da razão

Viveria   no escuro contigo
Sentindo o cheiro do mar
No vento  frio da chuva
Qualquer que fosse o lugar
Não existiria o estranho
Sem dia, sem sol ,sem luar
Nas fibras do cânhamo
Haveria o clamor do lençol
Para o frio ir embora
Sem ter o calor do sol

Escreveria contigo
Pegados às quatro mãos
Na areia , um sentido,
Dois tatos com a mesma emoção
Canções de amor ou de amigo
falando em versos gemidos
"Como é docê a escuridão"



Baixou essa inspiração agorinha...Tive que escrever isto para você...
Ficou wispi? É por que você é que é Wis pe tá cu lo...



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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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