Discordo do Vereador Vando Cardoso. O prefeito de Sertãozinho não apunhalou o líder do PR:apunhalou a opinião popular


Queridos e Queridas, 

 Muitos de vocês sabem que curto o vereador Vando Cardoso(PSDB) como meu amigo e parceiro grupal,  mas dado o prazer de sermos um grupo que respeita as opiniões uns dos outros tenho a honra de estar entre amigos que permitem a minha liberdade de expressão e ,por isto, lá vai o que penso: Discordo em número , gênero e grau sobre a visão de Vando Cardoso por ele dizer que Antônio Ribeiro apunhalou o vereador Rony Vieira(PR) pelas costas ao apresentar o nome de Márcia Mousinho(PMDB) como pré-candidata. A traição se dá por outra realidade, e nem sei bem se o termo traição é o mais adequado,uma vez que o próprio Rony Vieira disse que não havia compromisso do prefeito em indicá-lo como pré-candidato,mas em aceitar e praticar um processo de escolha democrática, via dados concretos de uma pesquisa prometida e não cumprida.
O fato de o prefeito não ter dado ao povo o direito de opinar através de uma pesquisa, aferindo sobre quem deveria assumir a poli position no palanque do PMDB, foi a gravidade que feriu o relacionamento do prefeito com o  presidente da câmara. Por falta da pesquisa que certamente mostraria a rejeição de Márcia Mousinho, e não daria  ao prefeito o prazer harmonioso de bater o martelo a favor do nome dela, infelizmente o prefeito, que de bobo não tem nada, previu o resultado da pesquisa  e  jogou a promessa para o escanteio,  escolheu se manter protetor da sua preferida,  fazendo  escolha a  dedo. Ele tirou de cena pessoas que têm um histórico político de grande contribuição para com  o município, como por exemplo, o vereador Wanderley Macedo,o vereador Tadeu Catão, a vereadora Aparecida Ramos e o vereador Rony Vieira.Todos que faziam vezes de situacionistas unidos, antes do rompimento do PR com o PMDB e que, em seus modos pessoais de atuação, de  maneira mais ou menos atuante, foram importantes para a admninistração do atual gestor. Como Wanderley e Tadeu continuaram no PMDB o desconforto não foi generalizado, mas o PR não dobrou os joelhos. Foi a partir da posição da suplente Mocinha Chana, ao  declarar para este blog ser contrária a apoiar a pré-candidata Márcia Mousinho, e sem  esconder ter sido insultada pelo prefeito com a frase " suplente não serve para nada" que o PR começou a amadurecer  uma posição que acolhesse todos os seus membros. Levando o  continente a reunir  o conteúdo dos valores,  a missão sobrou  e dobrou para o  líder do PR que ,em concordância com suas vereadoras, chegou à conclusão que o Partido da República  não tem os seus parlamentares para favorecer a pré-candidatura de Márcia Mousinho , uma vez que  o cuirrículo político dela é uma página em branco, e ela nada mais é que a  fachada manipulada por seu criador , ou seja, Márcia no poder executivo é  o mesma coisa que Antônio Ribeiro estar no poder. O PR  confirmou ser a favor da representação dos desejos do povo, livrou-se do prefeito e dos seus desejos. Com tal atitude, líder e vereadoras, livres da aliança com o PMDB,  promoveram o  racha que confeccionou  uma chapa adversária de peso. Arrumaram a  grande dor de cabeça para o prefeito de Sertãozinho: Geraldo (PSD) e Rony (PR) , respectivamernte como pré-candidatos a prefeito e vice-prefeito.
 Nós blogueiros que atuamos bastante no espaço sertãozinhense organizamos diversas enquetes que em seus resultados posicionaram o vereador Rony Vieira no topo da popularidade . Enquetes que esclareceram que ele seria sim o candidato mais forte para defender o grupo da situação. Mas, para quem vive na era do gelo, os resultados das enquetes dos blogs não deveriam ser levados em conta. Qual a razão disso, amigos e amigas? Passar o cetro do PMDB para o PR, não só segundo Antônio Ribeiro, mas segundo muitos que decidem fazer política à moda antiga, é a mesma coisa que atravessar o próprio coração com a espada de Saul, ou seja, a "dinastia partidária" quer mais é que a opinião do povo se dane e , tal dinastia só pensa que os outros partidos devem ser usados e não respeitados, unidos só, e somente só, a favor de quem está no poder e quer se perpetuar nele , seja com o seu próprio nome, seja com o nome de quem manterá as benesses do indicador e dos seus familiares!
Vamos ser bonzinhos, Vando? Atônio não traiu Rony. Antônio foi fiel ao seu próprio modo de fazer política,defendeu a SIGLA do PMDB, porém com pessoalidade exagerada e mesquinha. Enfraqueceu o partido, mas está feita a  vontade dele  e lançada a sua pré-candidata. Vamos esperar as urnas que contém a mais realista opinião do povo. Opinião que este mesmo povo  não teve direito a dizer através de uma pesquisa.
 Agora não choraremos o leite que o PMDB derramou.Muito pelo contrário, festejaremos por muito tempo: O homem que seria um perigo, caso o PMDB o indicasse, virou o nosso vice, trouxe Aparecida Ramos e Mocinha Chana, Dioclécio e Nildo de Bau. Sem contar que famnílias e mais famílias estão nos afagos de Rony e de Geraldo...
É, brother Vando, sorte tem quem acredita nela. Sabe que ainda parece um sonho termos o rei de ouro e o rei de espadas juntinhos e bem ao nosso lado? Se a política é mesmo um jogo, o PMDB cochilava quando fez os dois descartes: Geraldo e Rony .
Só temos a agradecer, primeiro a Deus, depois às teimosias de Antônio!

Momento de aprendizado: os reis do baralho são figuras que representam grandes homens ...Minhas escolhas pelos reis de ouro e de espadas teriam sido por acaso ? Nã, nã, ni, nã,não...O primeiro representa Júlio César, o grande romano, conquistador de territórios...O Segundo representa  o rei Davi,  homem que, abençoado por Deus, foi vitorioso sobre os seus inimigos.
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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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