SINDICATO SE ENVOLVE EM ASSUNTO PESSOAL DE LÍDERES POLÍTICOS

Reunião urgente para tratar  de assuntos do serviço público, direcionada de cima para baixo, pode contar:  é sempre sinal de arrancamento de um pedaço de carne.
Os servidores da saúde ainda não foram convidados pela prefeita Márcia Mousinho a reunirem-se com ela, e tomara brevemente sejam. Eu que tinha assuntos particulares e inadiáveis já falei com ela, e nada tenho a reclamar da sua atenção, mas a galera geral está esperando uma reunião com a prefeita. Ontem fomos reunidos pelo secretário Gilvandro que não trazia notícias boas. Devido a uma provocação  de pessoas interessadas a serem tratadas com "igualdade" ,em relação ao horário de trabalho, segundo o secretário da saúde,a promotora decidiu que todos,  menos o médico da ESF( este pode ter folga) ,devem cumprir as 40 horas semanais. Coitado do amigo médico, nem de ser muito importante o bichinho gosta, tão simples é o nosso médico, mas claro que precisa da folga...Só que eu tenho a lingua grande e que não guarda todos os pensamentos no travesseiro,  e até falei para  o médico...Fiquei meio assim totalmente ainda desigual. Sentindo que você é como se fosse mais importante que a gente. Falando sobre isso, amigos e amigas leitoras,lembrei de uma música brega "Agora eu sei sei sei sei sei ...Agora eu seiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii"...O porquê do título daquele filme dos médicos ser QUASE DEUSES. O negócio nesse país é ser médico,porque muita gente ainda pensa brega, camaradas!
Como o Olho nunca foi de tapar o sol com a peneira, e os denunciantes não quiseram assinar nada como responsáveis pela mudança ciclônica que vai haver na vida de muitos servidores, vamos citar aqui os interessados pela "igualdade" do horário: Davi Alécio Vieira, Josenildo Francisco e o Sindicato dos Servidores Públicos de Sertãozinho, representado por seu presidente Alexandre Oliveira.Em verdade, em verdade vos digo , caros amigos e maravilhosas amigas, que toda exceção que compreenda que pode haver só um pouquinho de  desigualdade coloca-nos no mesmo patamar de ou diferentes de Joãozinho ou diferentes de Mariazinha, e daí que aquele artigo vira conto constitucional  o direito é igual para todos . A fé de que tudo está igual e bom para todos vai pra casa dos atuais felizes, porque na casa dos eternos descontentes só restam as lamentações. A verdade é que no caso que relato hoje não existe uma busca pela igualdade, mas a busca de mais oxigênio para a pele dos que agora  sentem a coisa arder ,mas quando a coisa ardeu no meu lombo, no lombo de Zé Cardoso, no lombo de tantos outros que também são sindicalistas nada e absolutamente nada foi levado em conta. Josenildo sente-se verdadeiramente ferido por querer ser tratado como líder político, como um igual, mas um igual aos que têm carga horária reduzida ou igual ao seu quase amigo Messias Ribeiro que também é servidor público concursado e não se sabe quantas horas de serviço presta ao município? Por outro lado, também  vereador tal qual o polêmcio Josenildo, Messias não falta com a sua responsabilidade de marcar presença na câmara municipal e trocar farpas com o oposicionista. De lascar, meus amigos e amigas,  é que entra todo mundo no miudinho dessas diferenças que nada mais são que DIFERENÇAS POLÍTICAS e não se sabe até quando essas diferenças políticas perduram, porque para esse pessoal pisar no mesmo palanque outra vez é rasinho rasinho, facinho facinho, basta passar a chuva de 2014 porque cada um deve cumprir compromisso com seu deputado, e  porque quem quiser descumprir palavra com o Deputado Tião Gomes é melhor catucar  o satanás com ferro quente ao pingo do meio dia. A partir de 2014 a coisa muda de figura. Alécio sempre foi tratado como filho de líder político até o dia em que o seu pai foi membro do PMDB,  e deve sim estar muito incomodado por ser agora tratado como um cidadão comum que tem que cumprir mais horas que os seus colegas de trabalho.A conclusão é que mexam nos paus ou nas boiadas, passem ou cheguem administrações, sempre acontecerá a falta dos porcentinhos que fazem os 100%. A saber, desde que me entendo por gente, estou com rugas de ler o art 37 da CF que explica como deve ser o processo para o provimento dos cargos públicos, mas também tenho visto muitas vezes em editais de concursos a seguinte legenda: Os casos omissos serão resolvidos pelo poder executivo. Interpretem como queiram, porque se são casos omissos para nós é que não serão declarados, mas que prefeito, governador e presidente têm poder de sobra para redações e números" lógicos "que protegem o seu  pessoal têm sim. Uma coisa que também me deixou cabisbaixinha foi o fato de  o sindicato se envolver nessa onda da carga horária das lideranças políticas que neste momento não vivem em harmonia e se chocam com o disfarce administrativo.
Para cada caso há de haver um contexto, que me desculpe o médico que nada deveria ter com isso,  mas vamos ver mesmo se todo mundo faz as 40 horas, pois sabemos que saúde como serviço essencial não pode parar, porém não é dito que deva funcionar fora dos padrões da realidade, muito menos com expresso comportamento radical da administração. Além do médico todos os servidores têm uma realidade que pode ser compreendida pela gestora, até porque no dia que o poder executivo deixar de fazer uso das suas prerrogativas ,baseado nas leis e fazendo seus textos de defesa na teoria do seu regimento interno,  protegendo pelo poder da tutela os seus agentes, criando o programa que puder e achar conveniente criar, levantando testemunhas que provam a sua eficiência, portanto testemunhas que são a seu favor,  eu mudo o meu nome para Maria das Sujeições e ,portanto, sujeita aos que me acham analfabeta legal,  de brinde ainda  rasgo a minha compreensão sobre o que verdadeiramente é o poder e como ele pode tranquilizar os chefes do poder executivo que andam na linha quanto à moral e à legalidade.
Desejo que o sindicato fique atento, tome postura de IMPESSOALIDADE  ,no tocante aos rolos políticos, e que  faça mais atuações no campo dos  interesses coletivos dos seus membros, porque isso é o mínimo que por hora desejo exigir como uma das suas filiadas.


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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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