DONO DE PARQUE É HUMILHADO POR PREFEITO DE BELÉM E NÃO VEM MAIS ÀS FESTAS DO MUNICÍPIO


O CORDEL DESENCANTADO DA CIDADE DE BELÉM


Nesta terra tão bonita
De gente brava e guerreira
Tem cada conto de fada
Que até Gata Borralheira
Sacudindo a cabeleira
Queria poder duvidar
Mas abre a boca espantada
Espalha a cinza
 sopra a brasa
E fica toda arrepiada
Quando escuta alguém falar

Pra quem não sabe dessa
Junte-se a Gata Borralheira
Sem ratos e sem abóbora
Carruagem nem pensar
É de arrepiar o bóga
É pra ficar bege de besta
O que ouvi alguém falar

O parque de Zé Pezão
Sempre presente nas festas
Juninas e Conceição
E da véspera de Natal
Pra Belém não vem mais não
Por motivo muito mal
É que o Zé não sabia
Da grande intrigaria
Que o atual prefeito tem
Com a ex-primeira dama
E com ex- prefeito também

Na festa que se passou
(Deve ter sido o "SUNPEDRO")
Estava Zé todo inocente
Fechando contrato com o homem
Feliz, alegre e contente
Pois em tudo agradou
E por tudo agradeceu
Mas,olha o final dessa história
Na imbuança que deu:
 Com muita atenção,
De algo Zé se lembrou
Ah! Os ingressos de cortesia
Que o  parque sempre doava
E que ainda doaria
Para a ex-primeira dama
Pois era um costume antigo
Zé mostrar-se ser amigo
De quem deu o trono ao Gama
( rá rá rá...Eu sei que foi aqui que o meu leitor sorriu!)


Homem, Quando Zé falou sobre isso...
Sobre a história dos ingressos
 Foi o mesmo que jogar sal
Em um coração perverso


O Prefeito deu a desgraça
 Deu um grito da moléstia
Parecia catucado
Em uma pereba aberta
Quem manda nessa porra sou eu!
E os ingressos que pra ela
Você  dava
Bote aqui, hoje são meus!
Zé ficou de boca aberta
Tratado tão diferente
Dos tempos da elegância
Sem saber nem o porquê
Dessa grande arrogância
Do tal  homem  no poder.

O chilique do ingrato
Deixou Zé escabreado
Com o coração em alerta
É melhor dar os ingressos
Dar calado por calado
E tirar lucro na festa
Vai ser bruto assim lá longe
Oh! Prefeito da  moléstia!
( riu de novo, né? KKKKKKKKK: eu também)

A festa deu prejuízo
Ao homem de bom coração
O parque remava sem lucro
Parando de instante instante
Pra balançar os que tinham
 Ingressos da doação
Eu não sei se é verdade
Ou história aumentada
 Não sei se é invenção
Mas os ventos me falaram
Que foram 2 e 500
Que não deixaram um tostão.

Zé pegou um trauma danado
Pense num ódio do cão
 Que a esta terra convidado
Pelo homem atual
Ele não vem ,
Não vem não.

O parque de Zé Pezão
Depois da decepção
Esteve aqui outra vez
Pro homem da prefeitura
Pra este cruz Zé já fez
Não quer ver a tal figura
Nem olhar de revestrez
Veio a convite da esposa
Do deputado Ricardo
Era o Dia das Crianças
Zé se viu simpatizado
E não fez nem renhemnhem
Mas pra vir pra prefeitura...?
Tou sabendo: Zé não vem!
Vai ter parque ou não vai
Nas festanças de Belém?
Deve ter...
Parque é substituível
Por isto que é perecível
E a vida não é estática
Aparece um minhocão
Canoas e carrossel
Pula Pula e cama elástica
Só não aparece o parque
Bonito e bem caprichado
De quem já viu a desgraça
Que é servir sendo humilhado
E eis a minha profecia:
Faça chuva ou faça sol
Nas trocadas do arrebol
Faça noite ou faça dia

Há de se acabar em pó
O poder do pau listrado
Verde e branco amarelado
Comidinho pela traça
Há de ser arrebatado
Arrancado do buraco
Por quem tem louvor na praça.






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About Edilene Amaral

Edilene Ziza do Amaral,carioca doada para o estado da paraíba,filha de Dona Maria Ziza e Sr. José Amaral, mãe dos príncipes Sergio e Levi.Servidora pública do municipio de Sertãozinho-PB,Técnica de Enfermagem da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, leitora sempre curiosa, automaticamente uma escritora viciada.Sindicalista, filiada ao PMDB, eleitora enjoada e exigente, sem preferência e sem doença por candidatos malas. Não comprada por corruptos Quando escrevo poesias costumo assinar como como Domitila Belém.

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